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sexta-feira, 21 de novembro de 2014

A solidão do singular...


O que nós mantém vivo é o movimento.
Durante a minha caminhada, vivi cada movimento e percebi que algumas coisas não possuem sentido.
O egoísmo, por exemplo, talvez fosse o maior mal que pudesse vedar nossa visão. É muito difícil se colocar no lugar do outro, mas poderíamos tentar isso, apenas um pouco, todos os dias.

Tudo tem um porque e o egoísmo é responsável por não procurarmos por tais justificativas. Tratamos primeiramente dos nossos desejos, os comportamentos que os contrariam não importam.
Tristes “indivíduos”, que se individualizam e tentam viver em sociedade.
Estranho sistema.
A verdade é como somos condicionados a pensar, desde pequeno, como um.
Eu, meu, fiz, quero...
Triste singular...
O sentido da vida seria mesmo viver consigo mesmo na solidão?
Tomamos para si até mesmo as piores coisas: Meu problema, minha doença, meu fardo...
Engraçados são os seres que não refletem sobre a vida.
Para os que não refletem sobre a vida, engraçados são os pensadores. A questão é que sempre iremos encontrar elementos que justifiquem nossos erros. Mudar é difícil. Refletir é difícil. Construir pontes é difícil.
Loucos são aqueles que contrariam todas essas regras.
Sábios são os loucos...
Em algum momento a gente muda, por si só, por alguém, ou pelas coisas da vida. 
Uma hora, somos forçados a refletir.

Aquele era o meu momento e percebi que algumas coisas são difíceis de mudar e que algumas pontes são difíceis de reconstruir, mas sempre é tempo. – Pensei pronto para reconstruir velhas pontes...
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