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sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Tempo, tempo, tempo...

Já era meia - noite.
Ela ainda não retornou. Por onde ela andava?
Sempre que damos um passo há frente, deixamos algo para trás.
Algo sempre se perde na mudança...
Sabe, eu acredito que sempre é tempo.
E é. Cada segundo é tempo suficiente para mudar tudo para sempre.
Muitas vezes não fazemos muito com o tempo que passou, mas ainda assim podemos fazer algo com o tempo que nos resta.
Sempre é tempo, mas o tempo não é pra sempre...
Por isso temos que fazer o que deve ser feito, agora.
Porque as vezes, o tempo não espera...




Na minha mudança eu perdi alguns documentos, certos objetos e algumas pessoas. Engraçado é que eu permanecia no mesmo lugar, mudei o o jeito de ser, apenas.
Apenas?
Irônico foi ver o futuro infinito, que cabia em um sonho a dois, se perder como uma agulha no palheiro.
Já era meio dia.
Ela ainda não retornou. Por onde ela andava?
Já era outro dia, mas um mês se passou, entrava um ano novo.
Já era meia - noite.
Sabe, eu acredito que sempre é tempo.
Por isso, enquanto tive tempo tentei traze-la de volta, mas nada que fiz foi o suficiente para juntar os cacos do que um dia nos uniu: o amor.
Já era meia noite. Ela não retornaria, porque alguns abismos são tão grandes, que nem mesmo o amor pode atravessá-los. A verdade é que é difícil montar alguns quebra-cabeças sozinho...
Ainda era meia noite quando decidi seguir em frente, porque sempre é tempo.
E recomeçar significa dar uma segunda chance a si mesmo. Percebi, quando já era meio dia...

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